Os veículos autônomos não tripulados, ou VANT´s, já são de conhecimento do público em geral há um bom tempo. Hollywood não se cansa de mostrar filmes onde essas máquinas modernas de guerra são usadas para os mais diversos fins, matar principalmente. O que muitos ainda não descobriram é que existem equipamentos caseiros e de fácil manuseio.

Os drones, do inglês zangão, já podem ser comprados com valores variando de R$2 mil a R$6 mil dependendo da aplicação. São rádio-controlados ou usam o celular etablets para fazer suas peripécias no ar. Subir, descer, direita, esquerda, rasantes, tudo isso parece os caças do filme Ases Indomáveis, mas é realidade.

Lucas e Wellington com o drone Ardrone 2.0 da Parrot

As aplicações para os drones, do ponto de vista civil e de utilidade pública, são as mais diversas. Já pensou o Cabral inspecionando lotes fechados para avaliar pontos de foco de dengue? Ou avaliar construções que tiveram seus “puxadinhos” para atualizar o preço do IPTU? Quem sabe vistoriar os telhados de igrejas, prédios públicos e construções antigas do município em busca de falhas, rachaduras e riscos para a população?

Os equipamentos são tão simples de pilotar e operar que qualquer um, maior de 12 anos, está apto. Aprender é rápido e seu uso, como disse, é infinito e amplo. Recentemente, dois alunos da Escola Miguel Gontijo fizeram voos na região da Vila Militar e publicaram no Youtube. Os irmãos Wellington Resende Jr. e Lucas Araújo, além de pilotarem o drone do fabricante Parrot, aprenderam a editar o vídeo e postar na Internet. O próximo passo é filmar os acampamentos do Escoteiro, competições de bicicross e as atrações turísticas da cidade.

Para ver o vídeo acesse: http://migre.me/qAXfR.

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