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Foto: Boate Kiss em Santa Maria/RS – divulgação Internet

No último domingo dia 27 de janeiro o Brasil acordou com um grande e desesperado susto. As informações chegavam pelas redes sociais, equipes de TV, sites, muito desencontro e tristes informações que não esperávamos confirmar. O erro foi tão básico que não conseguimos até agora acreditar. Brincar com fogo em ambiente fechado, como pode ? A sequência de falhas e agressões a regras e normas de segurança apontam como nosso sistema de prover um Estado de bem estar encontra-se falho e ineficiente. Criar mais regras e leis não irá resolver. Talvez mais fiscalização e atenção a posturas mínimas de segurança possam ser o caminho.

O acontecido com a Boate Kiss (beijo em inglês) pode se repetir a qualquer momento no nosso País. Durante o decorrer desta semana vimos dezenas de estabelecimentos sendo fechados ou se auto-fiscalizando para que medidas possam ser tomadas a fim de evitar nova tragédia. Os canais de televisão não cansam de mostrar cuidados necessários para que os atuais estabelecimentos não repitam falhas de segurança. Mas nós é quem somos agentes de fiscalização e provocadores de uma mudança.

Imagine-se em situações como: festa de formatura e muito tecido decorando o ambiente, evento de premiação e o teto repleto de placas de isopor ou isolantes acústicos, bar ou boate com uma pequena porta que faz também as vezes de saíd de emergência, palco ou camarote de shows demonstrando insegurança, pois bem, são poucos exemplos que por repetidas vezes encontramos nos nossos momentos de descontração e ficamos acanhados em denunciar, chamar a atenção de responsáveis ou até mesmo solicitar a interdição do acontecido.

Entidades como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, CREA-MG, Prefeitura Municipal e Ministério Público, podem e devem ser acionadas para fiscalizar e impedir novas tragédias. Viu um fato e se sentiu incomodado, denuncie! Não pense duas vezes, não deixe repetir a perda que aconteceu em Santa Maria/RS com mais de 230 mortes.

Pense nisso e bons projetos!

 

Painel

 Bloco do Larguinho com força total: o publicitário bondespachense Matheus Carvalho é quem assina o design e sofisticação da camisa do grupo carnavalesco. Eles estarão se apresentando nos dias de Carnaval em Bom Despacho e quem quiser mais informações procure por “Bloco do Larguinho” no Facebook.

Vector. Men's t-shirt design template (front, back and side view). No mesh.

Camisa do Bloco do Larguinho

Campanha Meu Grupo de Voluntariado no JORNAL DE NEGÓCIOS: no mês de janeiro tivemos o pessoal do Rotaract mostrando suas atividades. Eles voltarão em outras edições da coluna, mas agora é a vez do seu grupo de voluntariado. Esta mensagem é voltada para você que coordena grupo de jovens, escoteiro, doadores de sangue,  grupo de ajuda ao próximo, enfim, queremos trazer aqui por um mês as suas atividades. Entre em contato com o JORNAL DE NEGÓCIOS ou com o contato desta coluna.

Kits escolares: todos os professores estão convidados a criar os kits e comercializá-los via Internet. Estão convidados os professores de Ensino Médio, Graduação e Pós- Graduação. Mais informações pelo e-mail contato@pmkb.com.br .

Venda de Bebidas próxima a BR: donos de bares e restaurantes às margens de rodovias estaduais estão proibidos de expor e vender bebidas alcoólicas, é o que determina a Lei 20.605/13. Para a rodovias federais (BRs) a Polícia Federal se limita a atuar nos condutores. Vale a pena as Polícias Federal e Estadual ficarem atentas em Bom Despacho, todos sabem que o consumo de bebidas em estabelecimentos próximos às rodovias é algo comum e precisa ser contido.

Quem não tem nada a dever, mostra! A prefeitura de Bom Despacho tem intensificado os posts de notícias e eventos no seu portal de relacionamento com o cidadão bondespachense. Para conferir acesse www.bomdespacho.mg.gov.br.

Opinião do Especialista
APÓS O TRAUMA, A SUPERAÇÃO.
Nos últimos dias ouvimos muito falar do incêndio de grandes proporções em uma discoteca em Santa Maria- RS, que causou a morte de mais de 230 jovens e deixou famílias entristecidas e traumatizadas.  A exposição a situações traumáticas tem sido constante ao longo de toda história da Humanidade.
 As principais ocorrências potencialmente traumáticas são: tentativa de homicídio, lesão corporal, estupro, atentado violento ao pudor, hospitalização longa,  sequestro, roubo, acidentes de trânsito, mortes de pessoas queridas, enchentes, dentre outros eventos que causem um alto nível de estresse. Porém, nem todos os eventos estressores que vivemos nos levam, obrigatoriamente, à manifestação de traumas psicológicos. A caracterização de um evento como traumático depende do processamento perceptual de cada indivíduo.
O trauma quando não tratado, pode adoecer severamente grande número de pessoas. Indivíduos traumatizados apresentam várias comorbidades (ex: depressão,  abuso de substâncias; transtorno somatoforme, transtorno de pânico, transtorno de ansiedade, fobias, quadro de manias e até dores).
Quando estamos perdidos no labirinto da dor, precisamos ter referências para chegar ao bem estar. Muitas pessoas com traumas procuram ajuda profissional, literatura, apoio de amigos, enquanto outras enfatizam o silêncio, o isolamento. Ficar em silêncio não impede que as lembranças e as emoções causadas pelo evento estressor se manifestem com toda a sua potência e, mais grave ainda, não permite o processamento do trauma, a reestruturação do fato pelo indivíduo e a sua superação.

Fale com o Especialista: Cláudia Mara Pessoa – psicologajornal@yahoo.com.br

 

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