O artigo da coluna de hoje traz 3 assuntos com 3 temas e 3 ideias diferentes, que ao final se encontram.

A Ciência e avanços da máquinas e tudo o que usamos no dia-a-dia nos traz uma série de convenientes. Inconvenientes também, mas em que momento tudo isso nos ajuda ou em qual ponto nos atrapalha ?

Final de 2012 assisti a um video do projeto de um relógio inteligente que pudesse interagir com smartphones (sistemas Android ou iOS). A ideia se apresentou tão boa que a quantidade inicial de aparelhos colocados a venda rapidamente acabou e superou as expectativas dos seus idealizadores. Jovens, inteligentes, com Educação, a equipe que produziu o relógio Pebble estava disposta a sair na frente pela guerra dos chamados iWatch (relógios com vários recursos e que se integravam a outros aparelhos como o celular por exemplo). Pois bem, aguardei a chegada do meu iWatch, mas as suas impressões, alegrias e desilusões ficarão para um texto mais completo. Por hora basta sabermos que o empreendedorismo da empresa que bolou tudo isso foi surpreendente e de forma viral alcançou pessoas em todo o Globo.

pebble

Há muito tempo um filme de ficção científica não chamava tanta atenção em Hollywood. Gravidade, do diretor Alfonso Cuarón, protagonizado por Sandra Bullock e George Clooney, trouxe a fotografia de outras eras, a sonoplastia da atualidade e uma visão de futuro para contar histórias. Tudo se passa quando um grupo de cientistas resolvem consertar o telescópio Hubble em pleno espaço (o que já havia sido feito antes na vida real). Porém tudo dá errado, uma chuva de destroços espaciais interrompe o trabalho deles e o drama de inicia. Mas não é um dramalhão qualquer, o enredo do filme nos convida a refletir sobre sobrevivência e o que nos impele diariamente a lutar por nossos desejos e combater os desafios que se apresentam.

Gravidade

Comecei a ler o livro O Ponto de Partida, o autor Malcolm Gladwell apresenta de forma instigante e original uma reflexão sobre os fenômenos sociais: acaba os tratando como epidemias. “Ideias, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus”, diz o autor. E o momento decisivo em que essas novidades se alastram – ou se acabam – é o que ele chama de O Ponto da Virada. Esse instante crítico surge com mudanças que, embora pequenas, produzem um efeito extraordinário. As perguntas ao redor do texto são muitas, como por exemplo: por que algumas pessoas exercem forte influência enquanto outras (até mesmo melhor preparadas) não têm tanta presença?

Quando começamos a perceber que a tecnologia nos traz benefícios, quando observamos o ponto de mudanças sejam ao nosso redor ou em nossas próprias vidas, tudo isso nos mostra que estamos de fato valorizando cada instante do que temos somente nosso: o tempo de cada um.

Pense nisso e bons projetos!

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