Nada mais conveniente do que falar sobre mudanças numa época como agora. Para os cristãos a Páscoa tem um forte significado de mudança. A ideia é deixar para trás o que não deu certo e pensar em ser melhor dali em diante. Este convite de renovação é feito mais veemente no Domingo de Ressurreição do Cristo.

Nesta semana o Planalto deu sinal verde para que empresas aéreas possam ter no seu quadro de sociedade maior participação de capital estrangeiro. Na prática isso permitirá a exploração de milhões de passageiros em potencial que hoje usam pouco ou não usam o avião como transporte. Com isso vem a possibilidade do Turismo crescer em regiões que tem tudo para se desenvolverem com parques, cachoeiras, turismo religioso, cidades históricas, etc.

A chamada Reforma da Previdência vem com o intuito de resolver o problema atual e futuro. O rombo atual não permite cobrir os gastos. No futuro o estado não dará conta de uma população que está vivendo mais e melhor. Existem também exageros que precisam ser revistos.

Outros pontos ainda estão fora da pauta, pelo menos não tão presente. O Marco Regulatório da Mineração é um exemplo. Como permitir que as empresas explorem o que existe de melhor e deixar para trás um rastro de destruição? O mesmo vale para os direitos minerários, que se tornou meio de vida para muita gente. O Marco Civil da Internet é outro que precisa de maiores cuidados. Uma reforma importante e que deve ser focada principalmente em trazer conhecimento e tecnologia para alguns que ainda não estão inclusos.

Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e economista, citou dias atrás em sua coluna no jornal Estadão (de SP), como precisamos nos livrar do Seletivismo, Inflacionismo e Isolacionismo. Termina seu texto reiterando a saída para o extermínio desses 3 demônios: reformas, reformas e reformas.

Que venha a Reforma Trabalhista, Tributária e Política. Que venham Mudanças!

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