Dias agitados no último mês do ano, isso é comum da metade de novembro até final de dezembro. Sabe tudo aquilo que não fizemos no ano? Pois é, agora psicologicamente falando (desculpas aos amigos da área), vamos tentar resolver tudo em apenas 17 dias. Loucura!

Eventos e atividades em excesso e tempo de menos. É assim que nos encontramos, se não soubermos priorizar o que é mais importante, a sensação de impotência e frustração tende a aumentar. Para isso precisaremos compreender o que ainda não foi feito, o que pode ser feito por agora e o que deixaremos para outro planejamento.

O ano ainda não acabou, temos 17 dias. Até 31 de dezembro muita coisa pode e deve acontecer. Vamos ter pela frente o desafio dos feriados 25 e 01 de janeiro no meio exato da semana. Muitas empresas e órgãos da Prefeitura, Estado e Governo Federal entrarão em recesso. Vale a pena conhecer o calendário de trabalhos de todos e avaliar nossos compromissos.

Organização do tempo e nada de desespero. Planejando o que priorizamos de importante para ainda ser feito, fica mais fácil para dividir o tempo em horários compatíveis com a realização da tarefa e não esquecer jamais de fazê-la com qualidade e assertividade (harmonia).

Se ainda nada fez, não adianta fazer mal feito por fazer. Cumprir as obrigações e terminar atividades apenas pelo fato de finalizá-las é perigoso. A tendência de fazermos isso de qualquer jeito e entregarmos de qualquer forma é alta e pode nos deixar comprometidos a ter que fazermos tudo de novo e sem tempo! Assim vamos ficar irritados, nossos colegas de trabalho e clientes idem. Como solução sugiro um bom caderno de anotações, uma agenda e compromisso em terminar o que é possível terminar.

Pense nisso e bons projetos!

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